segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Ásia, Yerevan, Armênia- 2017

 YEREVAN, ARMÊNIA

Esta foi nossa 6a e última parada. A escolha de irmos até Yerevan, Erevan, em Português  ocorreu em virtude da descendência do Juan, meu marido, cujos pais eram armênios. Não há certeza se  seus pais nasceram nesta cidade pois  ficaram órfãos, em uma tenra idade, tendo sido largados em um convento pois os pais deles, avós do Juan,  foram vítimas do genocídio armênio pelos turcos. Os pais de meu marido não guardaram, portanto, lembrança de sua cidade natal, e nem mesmo de seus pais. Não tínhamos muitas expectativas em relação ao país, e a cidade como pontos turísticos, e fomos agradavelmente surpreendidos.

Praça da República- no  centro de  Yerevan compreende  um  museu, banco, hotel etc; lugar lindo, a noite há um show de luzes, água e som, além de frequentemente ser palco de shows.





Erevan é a capital e a maior cidade da Armênia. É também uma das cidades mais antigas, com uma história  de muito sofrimento e lutas, sendo também a primeira nação cristã do mundo. Está localizada ao longo do rio Hrazdan, e é o centro administrativo, cultural e industrial do país. É um país de "Highlands", ou seja, montanhoso, com muita beleza natural, história  e cultura.

Nossa chegada foi um tanto conturbada pois  uma das malas, não chegou. Era a mala maior, onde havíamos colocado as lembranças já compradas, e fiquei muito chateada .Fui ao "Lost and Found" onde depois de um pouco de dificuldade, pois  o atendente  não falava muito  Inglês, consegui  registrar   a reclamação junto a FLYDUBAI, empresa  na qual viajamos.  O atendente  me disse  para ligar após às 10:00 que já deveria saber algo. Pegamos um táxi e fomos para o hotel.  Os táxis têm taxímetro, mas geralmente  cobram pela corrida. São baratos. O problema é que são velhos, com pouca manutenção , e os motoristas não fazem o menor esforço em entender. Há que levar o local  de destino, por escrito. 
Ficamos em um hotel bem central. Elysium Gallery. Quando chegamos não ficamos satisfeitos com o quarto que era muito pequeno, assim como o banheiro, e  a atendente, super querida, nos deu outro bem mais confortável. Aliás, eram garotas que se revezavam no atendimento, e todas muito queridas, além de falarem e entenderem bem o Inglês
Saímos para trocar dinheiro e dar uma caminhada pois era cedo e achamos as ruas vazias. Era cedo , tipo 8:30 e só depois fomos nos dar conta que a cidade só começava a acordar pelas 10:00 da manhã, e o agito era a noite. Após uma caminhada pela praça da República voltamos e pedi para a atendente ligar para o aeroporto. Ótima notícia. haviam localizado a mala que segundo eles havia sido arrombada. Na realidade, foi só o fecho que abriu e uma ou duas coisas quebradas. Fomos descansar e contratamos no próprio hotel  as tours para os demais dias.
A noite saímos,  e as ruas ferviam de gente, crianças e famílias passeando, andando de bike, patinete, etc...

1º tour foi para Noravank, Areni e Tatev Monastery

Noravank:
É um monastério do século XIII localizado a 122 kms de Yerevan em uma  garganta do  rio Amaghu, perto da cidade de Yeghnadzor. Está em um canyon com penhascos enormes. O monastério tem 2 andares, sendo que no primeiro é a igreja de Holy Mother,


 O Ararat ao fundo, montanha onde Noé encalhou sua arca. Hoje, pertence aos Turcos que se apoderaram deste território que no passado  pertencia aos Armênios.



 Paramos para almoçar em um restaurante a beira do rio, com comida típica armênia, todo em pedras, rústico, maravilhoso

TATEV





A subida até  o monastério de Tatev é por uma estrada sinuosa, com penhascos incríveis, uma vista maravilhosa, mas super perigosa. Além disto, o motorista  Hike, dirigia super bem, mas a uma velocidade perigosa, nesta estrada. Estávamos bem apreensivos. Levamos cerca de 3 horas para chegar. É um mosteiro do século IX, localizado em uma planície de basalto perto do povoado de Tatev. Todo o complexo está situado perto de uma profunda garganta do rio Vorotán . Teve um papel importante, como centro político, econômico  e espiritual. Para se chegar é necessário pegar um  teleférico que é o mais extenso do mundo . São 6 kms sobre penhascos profundos.


VISTA DO TELEFÉRICO



É uma vista fascinante, um local lindíssimo, e a travessia no teleférico é tranquila.
 Na volta , um rebanho de ovelhas no caminho.

Nossos tours foram sempre  particulares, ou seja um motorista e um guia, falando  Inglês , então foi possível saber muito sobre a história e peculiaridades dos locais. Na realidade, não há muitos turistas europeus, e muito menos sul americanos. Vimos indianos, australianos. Contratar estes tours  é relativamente barato, como quase tudo na Armênia. É um país que está passando por muitas dificuldades econômicas, e a presença e influência russas são uma constante. Aliás, nunca conseguiram se livrar de invasores de todos os tipos. 

No  outro dia  fomos a Khor Virap Monastery , Geghard,  Garni e Lake Sevan

Khor Virap

Khor Virap quer dizer poço profundo, e este nome é devido a ter um poço, onde ficou preso Gregory, o iluminador.

Este é um dos destinos mais populares de peregrinação. Fica próximo a fronteira com a Turquia e a 8 kms da província de Ararat, de onde é possível avistar a montanha. Este monastério é famoso pois foi nele que ficou aprisionado por  14 anos Gregory , o iluminador, pelo rei Tridates III da Armênia. Mais tarde  o santo Gregory  por ter curado o rei, se tornou o mentor religioso do rei, e foi responsável pela introdução do cristianismo, sendo a Armênia o primeiro país a ser declarado cristão.



Há muitas barracas de produtos, como frutas secas: damascos, figos, etc

TEMPLO DE GARNI

O templo é Helênico e foi construído em algum período do primeiro ou segundo século antes de Cristo , tendo sido reconstruído na década de 1970. É o único templo de colunas  grego romanas, e talvez o símbolo mais conhecido da era pré cristã. Foi construído durante o reinado de Tirídates. De acordo com alguns estudiosos talvez tenha sido uma tumba, que sobreviveu a uma onda de destruição dos templos pagãos.



Os banhos romanos



Lake Sevan

Este é o maior lago da Armênia e da região do Cáucaso e um dos lagos mais altos do mundo. Nas margens do lago fica o mosteiro de Savanavank.


Almoçamos com  o guia e o driver com a linda vista do lago. Dia maravilhoso!

Há muito a ver na Armênia. Muita cultura, história e paisagens lindas. Em Yerevan e arredores também há lugares fantásticos como:

The Opera and ballet Theatre





 GREGORY THE ILLUMINATOR CATEDRAL

isitsernakaberd - TEH MEMORIAL OF THE ARMENIAN GENOCIDE

Esta foi a visita mais emocionante pois Juan ficou bastante tocado, e  ele levou as fotos dos pais  ao museu, onde fomos atendidos com muita atenção e delicadeza, e a responsável pelo memorial ficou de  registrar e colocar junto as lembranças e pertences de vítimas do genocídio. O local é lindo e tocante.

 Pira sempre acesa pelos mortos
 Lindo!  Os túmulos são marcados por pequenas placas em um terreno lotado de pinheiros. Tocante!

CAFESJIAN CENTRE FOR THE ARTS

Lugar encantador . Também é conhecido como " Cascade". Este museu contém a coleção particular de um empreendedor americano, com peças únicas da arte moderna. As galerias internas são conectadas por elevadores, e há escadas rolantes de um piso ao outro. Do alto você tem uma vista panorâmica de Yerevan.



                                           Área interna do museu

 Matenadaran " Matenadapah"

Local onde estão guardados os manuscritos sagrados, salvos dos invasores que colocaram fogo em grande parte dos manuscritos, numa tentativa de opressão. Há 18000 manuscritos  e mais de 30 000 documentos. O nome Matenadarn é por Msrop Mshots o monge que criou o alfabeto armênio.  A estátua deste monge está na entrada do museu.

 A noite de Yerevan é maravilhosa. Locais lindos, com música ao vivo, gente passeando com segurança. É pura diversão! Comida maravilhosa, e ambientes acolhedores. Um dos restaurantes mais famosos e característico é o  Pandok Yerevan. Há várias tavernas espalhadas pela cidade. Algumas com show característico. 


 Pandok Tavern
 fazendo lavash

 Ruas a noite

 Republic Square- show a noite


Na realidade,  termos deixado  Yerevan para o final de  nossa viagem foi um presente. Paisagem linda,  noites super agradáveis, com música, restaurantes transados, comida maravilhosa, sem o atropelo das  mega cidades, como Hong Kong, pois não há tantos turistas como nos demais locais. 

Gostei muito da cidade, foi uma surpresa boa. Também pude constatar que o povo, apesar de parecerem hostis, são prestativos e fraternos. A impressão errônea se dá mais em função do idioma pois  a maioria  não fala  Inglês, e não se esforça por te entender. Apenas os jovens se comunicam em Inglês , sem problemas. Entretanto, pude constatar que é um julgamento precipitado pois tive uma queda  em uma escada, e  algumas pessoas acudiram com água, álcool, pano. Super queridos, ficaram preocupados e queriam ajudar.  Também em um restaurante, quando gostamos muito de uma carne com molho de promegranade, perguntamos ao dono como poderíamos adquirir este molho, que é um vinho, e ele  acabou nos dando uma garrafa de presente.

O que me surpreendeu é que são muito desenvolvidos em alguns aspectos, e em outros parece que ficaram décadas atrás. Todos fumam muito, e não há restrições em locais fechados, não havendo áreas  exclusivas para  eles. Na realidade, você tem que  conviver com isto. Também não usam capacete nas motos, e não ligam o ar condicionado nos carros, acredito para economizar. Há carros com volante à direita e outros à esquerda. São carros japoneses que saem mais barato e o governo permite ambos. Peculiaridades!

Amamos nossa viagem à Ásia, e a Armênia fechou com chave de ouro.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Hong Kong, Macau, Ásia 2017- 5a parada:


                                    Hong Kong




Sempre desejei conhecer Hong Kong, talvez desde minha adolescência quando vi um filme em que a mocinha morava em uma casa barco, e achei a cidade deslumbrante com seu exotismo e contrastes. Não me decepcionei. Amei suas ilhas, morros, ladeiras,  barcos, jangadas, restaurantes flutuantes, templos. Hong Kong é muito quente e úmido, e portanto ao contrário de Dubai, a gente sua muito. Como foi colônia britânica, por muitos anos, herdou vários costumes, como a mão inglesa. O confuso é que no metrô ao invés de se posicionarem do lado esquerdo, que seria o normal, ficam à direita, para deixarem passar os apressados pela esquerda.

Ficamos hospedados na ilha de Hong Kong, North Point, no Ibis, Localização ótima.
 As outras áreas são: Kowloon e  Lantau island. Situada na costa sul da China, é uma região especial, existente desde 1997, conhecida por seu horizonte repleto de arranha-céus e por seu profundo porto natural. Hong Kong é uma das áreas mais densamente populosas do mundo, e está localizada no estuário do rio das Pérolas, compreendendo a ilha de Hong Kong, a península de Kowloon e a ilha de Lantau, além de ilhéus menores. Tanto em Mandarim, quanto em Cantonês, língua nacional e língua regional, respectivamente, o termo Hong Kong significa 'PORTO PERFUMADO".
Junto com Macau, (demos uma escapada até lá)  esta antiga colônia britânica constitui uma das duas regiões administrativas especiais da China, e abrigam 7 milhões de habitantes, a maioria chineses da etnia Han. O território adota duas línguas oficiais: o Inglês e o chinês
( mandarim oficial e o cantonês ).



1º dia fizemos  um tour, com almoço incluído, visitando  o tradicional templo chinês Man Mo Temple que fica em um bairro antigo, Hollywood. Nosso guia, Lawrence,  fabuloso, engraçado e super didático, me levou a entender vários dos rituais e superstições,  assim como algumas palavras em chinês. 
Man MO significa a dualidade entre o  soldado (guerra= MO  e o  Man =Homem literato), espiritual. Há um sino na entrada dos mosteiros que é para chamarmos Deus, e  avisar que estamos adentrando. O tambor é quando Deus não está nos escutando, e devemos bater 3 vezes para lembrá-lo que estamos ali, aguardando sua ajuda. Devemos sempre acender 3 incensos, um para o céu, o divino;  o outro para a terra, e o terceiro para nossa alma, Há outras superstições, pedras que chacoalhamos e jogamos, e conforme  a forma que caem, sabemos se seremos ou não atendidos.





 Depois pegamos o trem de 125 anos "Old Peak Tram" para ir até o  Victoria Peak, ponto mais alto de Hong Kong. Pena que lá em cima estava nublado, e do topo não foi possível avistar nada, mas a subida valeu a pena. Na primeira etapa tivemos uma vista linda, depois pegamos o cable car até o Sky Terrace,  que é a plataforma mais alta, mas estava tudo encoberto, e não foi possível ver a cidade lá de cima.



Vista do Victoria Peak


Lawrence, nosso guia

Cable car


Daí fomos até Aberdeen Fishing Village, a mais antiga vila de pescadores, com direito a piadas sobre tubarões, devido a marcação nas praias para que não ultrapassem os pontos de perigo. . Chegando lá andamos em um SAMPAN ( ver abaixo) 

O Sampan é um  barco antigo de pescadores, pudemos constatar a vida dos mesmos na vila, que é  de extrema pobreza. Após fomos almoçar no JUMBO RESTAURANT.  O Jumbo é o maior restaurante flutuante do mundo. Super luxuoso e com atendentes lindas. Típico almoço chinês, com direito a DIM SUN, que são bolinhos recheados,  com os mais variados recheios ( camarão, peixe), sopa, chá e doces fantásticos.










painéis  nas paredes do restaurante, vida e cultura chinesas.
Depois fomos a Stanley Market, paraíso de compras  e a uma fábrica de jóias.

Stanley beach, um charme! 



Stanley Beach

2 dia- Visita a Kowloon
Kowloon é uma cidade murada , é a maior favela vertical do mundo. Lá vivem em cubículos, quarto e banheiro, às vezes 5/ 6 pessoas. Há inúmeros prédios residenciais de quarto e banheiro, onde as pessoas vivem amontoadas, O m2 em Hong Kong é caríssimo, e a cidade  é densamente habitada.
Prédios habitacionais de Hong Kong ( o Minha casa, minha vida)

 Hong Kong conta com ótimo sistema de metro MTR (ótimo), bondes,  ônibus e  charmosíssimos " trams", bondinhos.

          rickshaw - hop on and off



Me apaixonei pelos trams. Cada um de uma cor e estilo diferente fazem a linha norte -sul.


Pegamos o bondinho, seniors ( idosos)  pagam somente $1.00 HK e descemos em  Causewaybay, Visitamos alguns malls incríveis com o de Times Square,  Peking Road, local de lojas chiquérrimas. Depois fomos caminhando até o Soho. Bairro boêmio, repleto de cafés, restaurantes. Também é o local da "mid-level escalators". Estas são escadas rolantes. na rua, que te levam até a parte de cima do morro. I ilha deHong Kong é de altos e baixos, ladeiras incríveis.  Em vários níveis, você pode sair na rua de cima, ou ir subindo. Maravilhoso! É a maior escada rolante do mundo.





A noite, fizemos um cruzeiro pela baía de Hong Kong com direito a jantar, estilo buffet, com tudo que você possa imaginar (lagosta, sushi, camarões, panquecas, etc) e assistindo a iluminação da cidade. Ficamos em uma mesa com um russo, duas chinesas e dois americanos e a comunicação rolou super bem.  O russo era super engraçado e apesar de ser o punico que não falava Inglês se comunicou por mímica de uma forma genial. Fantástico e inesquecível!











Mercado e porto de Hong Kong. Incrível como mantém os peixes e produtos marinhos através de um sistema elétrico de refrigeração e limpeza constantes. As baciaa com água são interligadas por um sistema elétrico.






                                         LANTAU ISLAND

 Primeiro fomos visitar a Torre, com  o velho relógio, construída em 1915, que na realidade foi a primeira estação de trem de Kowloon; depois fomos conhecer a Tai Vila de pescadores, a Veneza do Oriente e as casas sobre palafitas.






Fizemos um almoço vegetariano no PO LIN Monastery e depois fomos de cable car até o Big Bhuda, a maior estátua sentada do Buda.







Estátua do Buda Sentado

Toda a ilha tem um visual incrível e, para acessar a estátua, você pega o teleférico mais extenso do mundo, o Ngong Ping 360 Cable Car; há também a opção de acessá-lo de ônibus, mas duvido que este meio de transporte seja tão agradável visualmente. Uma vez dentro do teleférico, você sobrevoa os montes verdes, envoltos pelo Mar da China Meridional até chegar à estação na Ngong Ping Village.
A estátua do Big Budha, conhecida como Tian Tan, fica no alto de uma colina e é acessada após uma subida de 268 degraus. Chegando ao alto, percebe-se que a estátua está rodeada por seis estátuas menores, com oferendas para o Grande Buda. Em frente à colina do buda vê-se o monastério, repleto de fiéis, meditando, participando de cerimônias religiosas e acendendo incensos para o buda.
A Ngong Ping Village é uma espécie de cidade cenográfica tipicamente chinesa, composta por uma única rua, margeada por lojas (quase todas de souvenirs) e restaurantes, que te deixa na área realmente dedicada ao budismo e que contém, além da estátua do Buda, o Monastério Po Lin, o maior templo budista de Hong Kong.




 Após fomos visitar o Monastério de PO LIN, um dos mais famosos templos budistas. Por útimo visitamos uma vila temática, próxima da estação de cable car.

                                                            MACAU

 Último dia, escapadinha com tour até Macau








 O trajeto de ferry leva aproximadamente 1 hora.  Mistura das heranças portuguesas e chinesas, o interessante é que todas as placas são em chinês e português, mas ninguém fala o português.  Nossa primeira visita foi até as ruínas de St Paul´s Roman Catholic church, e a seção da cidade velha,  murada. Depois fomos ao museu de Macau. A torre de Macau a 223 metros acima do nível do chão oferece a melhor vista, e é possível ver o pessoal fazendo bungie jumping. Há vários cassinos, cada um mais luxuoso que o outro. Gostei de Macau pela mistura de estilos. O triste é que a miséria está lado a lado com os prédios luxuosos
.Até agora Singapura e Hong Kong foram os locais que mais me encantaram. Exóticos, mistura de velho e novo, natureza exuberante. Encantadores e inesqueveis !